11 abril 2014

Resenha Filme: "Noé"

Dirigido por: Darren Aronofsky
Com: Russell Crowe, Jennifer Connelly, Emma Watson, Douglas Booth, Logan Lerman, Ray Winstone, Anthony Hopkins, Nick Nolte
Gênero: Fantasia, Épico, Aventura
Nacionalidade: EUA
Ano: 2014
Sinopse: Noé (Russell Crowe) vive com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém (Anthony Hopkins). Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem Ila (Emma Watson), que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que ele tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada.


Resenha: Eu achei o filme bom, eu estava com uma expectativa muito grande em relação a ele, primeiro por achar algumas histórias da bíblia muito interessantes, e claro a história de Noé é uma delas, não que eu seja alguma religiosa, mas eu tenho meus questionamentos sobre tudo, e gosto de ir atrás ler e saber um pouco mais. Voltando ao filme, eu não sei dizer como realmente é a história que está na bíblia, até porque eu conheço o que todos conhecem, Deus queria destruir o ser humano, pelo pecado e toda aquela história, mas queria também salvar os inocentes, no qual ele se refere aos animais, e nisso ele manda uma mensagem ao Noé dizendo-lhe para construir a arca e salvar os animais e ninguém mais, que a família dele seriam os únicos sobreviventes, ou seja para mim o filme ficou super fiel a história, mas ouvi pessoas dizendo que não tinha nada disso, então não posso afirmar nada. Entretanto o filme em si foi bom, ele tem uns gráficos legais, o jeito que os animais chegam para a arca eu achei incrível, o desenrolar do filme tem uma história legal, quando Noé conta a história de como foi surgindo o mundo ao seus filhos, eu particularmente amei toda a animação. A parte dos guardiões foi bem contada também, o jeito que Noé foi fiel a Deus, mas na última hora pensou em sua família e nisso percebeu que Deus sempre deu escolhas para ele. A atuação dos atores foram incríveis, mas o que mais se destacou obviamente foi Russell Crowe (Noé), sua atuação foi espetacular. Resumindo, ao todo gostei bastante do filme, claro que sai um pouco decepcionada porque esperava muito mais, mas recomendo, ele te prende bastante e te faz ficar interessado pra saber um pouco mais sobre tudo aquilo. Já o 3D eu não sei dizer porque não o vi em 3D, mas acredito que não tenha muitas coisas demais pelo que eu vi.

Vejam o filme, ou se já viram, compartilhem comigo nos comentários o que acharam, podemos discutir sobre ele.


Personagens da Disney de um jeito diferente!


O artista francês conhecido no DeviantArt como Kasami-Sensei, recriou algumas personagens da Disney de um jeito completamente diferente, e não são só as nossas velhas princesas, mas também a Anna e a Elsa da animação Frozen. Pode esquecer as princesas e guerreiras que você conhecia antes, ele as refez de um modo completamente macabro, que chega a ser muito interessante de ver, além dos desenhos terem ficado lindos. (sou apaixonada por esse tipo de desenho he) 


















05 abril 2014

4 anos de "The Eleventh Hour"


Quinta-feira (03/04) fez 4 anos desde que lançou o primeiro episódio da era Eleven (Matt Smith) em Doctor Who, uma era totalmente nova. Uma nova companion, Amy Pond, uma nova Tardis, nova Sonicscrewdriver e toda uma nova jornada. E claro, o doctor mais novo de toda a série e frases que ficariam pra sempre.
E, para relembrar, chorar e sentir saudades, eu fiz um vídeo em homenagem a essa era (e ao meu primeiro e favorito doctor) que nos deixou no Natal do ano passado. Assistam a baixo, espero que gostem e desculpa pelas lágrimas!


Muito Obrigada Matt, por ter sido esse Doctor maravilhoso, que conquistou a todos e principalmente a mim. Meu Doctor.

Bow ties are always cool and we will always remember YOU!


I'M BACK!


Fazem meses que não apareço por aqui, eu não tenho nenhuma desculpa convincente para dizer a vocês, só que eu simplesmente parei de postar por pura preguiça, não era questão de tempo nem nada, só a criatividade não veio e nem a vontade de vir aqui. Eu sabia que ia acontecer uma hora, porque quase nenhum dos meus blogs deram certo, mas eu resolvi voltar, e isso nunca aconteceu, ou seja, estou voltando de verdade, para fazer esse blog crescer, fazer vocês terem prazer de vir aqui e ler minhas opiniões, minhas ideias, meus textos, tentar mostrar pra vocês o que na minha visão é bom, poder compartilhar e discutir sobre assuntos com vocês, esse sempre foi meu objetivo, e agora estou com motivação para faze-lo. Espero que vocês, tanto quanto eu, estejam ansiosos, tentarei ao máximo trazer posts novos pra vocês, não prometo todos os dias, mas sim toda semana ter uma atualização pelo menos, to determinada a fazer isso aqui crescer.
E além de tudo isso quero o principal, vocês, soltem suas imaginações, ideias, opiniãos, compartilhem comigo, podem escrever aqui nos comentários o que vocês esperam para o blog, o que vocês querem. 
Isso aqui são meus pensamentos, mas eu quero que vocês compartilhem os seus também!

Que 2014 seja nosso ano! :D

30 outubro 2013

"Eternamente Jovens"


NOTA(S)*: Texto boiolisse que eu fiz pra uma redação obrigatória de português, desse jeito mesmo. :v Só transcrevi ele. Talvez semana que vem eu poste algo, mas só um talvez mesmo.


       A adolescência ("aborrescência" para alguns pais) é considerada uma das melhores (??) fases da vida. Pergunto-me se é mesmo assim. Não é só um "mar-de-rosas", mas também não é nenhuma "caverna do dragão".
       Mudamos. Isto é fato. Porém, não nos damos conta disso. Por vezes, pensamos que já somos adultos, ou que ainda somos crianças, mas, na verdade, somos o "nível intermediário" no grande jogo chamado de viver. Não importa quantas obscenidades nos passem à cabeça, ainda somos ingênuos, nos iludimos facilmente com aparências (o "amor" está de prova!) e todos os nossos amigos ou conhecidos, ou até mesmo desconhecidos tornam-se mais íntimos que nossos pais. E a paixão, as festas, a curtição... Ah, é tudo mil maravilhas. Parece até que nossos pais são os vilões da história. Até chegar o dia de receber a prova (para alguns, é claro), terminar com o(a) namorado(a) ou simplesmente não conseguir aquele item raro (e caríssimo) em algum evento (meu caso, como sempre), que qualquer coisa é motivo para argumentos (?) como "quero me matar!", e no outro dia lembramos disso e nos sentimos idiotas por algo tão estúpido que fizemos. É muita pressão. Pressão de todos os lados, cantos, coordenadas cartesianas...
Nos tratam como crianças, mas cobram de nós como se fôssemos adultos, queremos nos incluir em qualquer grupo, o importante é não ficar sozinho (mas a solidão pode ser boa... Quando você se acostuma com ela, é claro), e ficam nos olhando, perseguindo nossos defeitos...
       Porém, passa. Tudo passa. Evoluímos, crescemos, aprendemos, mudamos. Para melhor? Quem sabe. Só que essa fase não deve ser mal vista no futuro. Não devemos esquecer de que só porque estamos maiores nós somos melhores do que já fomos. O importante é, de fato, "conhecer-te a ti mesmo", como dizia um certo amigo meu, que viveu há muito, muito tempo atrás...

É isso aí, me senti uma psicóloga/pedagoga/psiquiatra velha de 40 anos falando sobre adolescência. 
Um beijo na bunda, e até depois do dia 12 (de novembro, derp).
Bom dia das bruxas, principalmente àqueles que já têm fantasia natural. ♥

27 outubro 2013

Nos perdemos no meio do caminho...


Eu estou aqui nesse momento deitada na minha cama e me lembrando do passado, me lembrando do quanto eu te amei, das oportunidades que eu perdi, das vezes que fui só sua melhor amiga, que eu ouvia teus desabafos e te ajudava a conquistar aquela outra garota na qual você se dizia apaixonado. Eu lembro que no mesmo dia que você a pedia em namoro já tinha foto de vocês, já tinha declarações, já existia vários eu te amo, vários "para sempre", e eu apenas ali feliz por ti, apesar de saber que aquilo não iria durar duas semanas, porque nunca durava, eu não sabia o que pensar, tu era apenas um galinha ou um garoto idiota que se apegava rápido demais e já achava que era amor? 

Eu me lembro de um tempo atrás, quando a gente tinha se conhecido, eu meio que não gostava de ti, te achava um idiota, mas eu lembro que de uma hora pra outra tudo mudou, no começo eu achava que era só uma atração boba que ia passar daqui um mês, mas aquilo ficou e eu fui me apegando a ti e tu se apegando a mim, e tudo começou a acontecer tão rápido, tu foi se abrindo pra mim, se declarando, dizendo que estava apaixonado por mim, que me amava, e eu não podia ser mais feliz do que naquele tempo, mas foi quando você me pediu pra dividir uma parte da minha vida contigo que eu me desesperei e disse "Não", foi um não frio, sem pensar, meu coração disparou naquele momento, eu tinha acabado com tudo, tudo que ainda nem tinha começado e aquele seria o maior arrependimento da minha vida, talvez pra sempre, ou talvez eu estava certa em dizer não, naquela época minha cabeça era diferente da de hoje, e como minha amiga diz "Acho que vocês não teriam durado muito se tu tivesse dito sim." Mesmo assim eu queria poder ter confirmado isso.

E o tempo passou depois disso, ficamos sem nos falar por um tempo, até que eu virei a melhor amiga que ele sempre quis, e voltamos para o inicio da história, na qual ele sabia que eu era apaixonada por ele e sempre fui, e também na qual eu sabia que ele tinha me esquecido completamente, ele deixava bem claro que eu era apenas a amiga dele e ele não tinha ideia do quanto aquilo me doía  mas eu tava lá com um sorriso no rosto dizendo "é eu também te considero como um amigo" tentando enganar a mim mesma, tentando enganar meu coração partido.

Uma época a gente se separou, conversávamos apenas as vezes, virei amiga de um amigo dele, praticamente quase que uma melhor amiga, eu contei tudo pra ele, abri meu coração e disse com todas as minhas palavras "eu ainda sou apaixonada por ele", ele nunca tinha realmente ouvido isso de mim, ele sempre ouviu de outras pessoas, dessa vez foi a mesma coisa, mas o amigo dele de alguma forma fez ele vir falar comigo e eu não sei até hoje como isso aconteceu. E foi a partir desse momento que voltamos a nos falar, ele me chamava e conversávamos, ele nunca tocou diretamente no assunto, demorou um tempo pra isso, mas aconteceu e eu confirmei tudo o que ele me perguntou e eu me lembro perfeitamente que ele me olhou com um olhar diferente e eu não entendo até hoje que olhar foi aquele, me deu um beijo na bochecha e fui embora, e ele ficou parado no mesmo lugar me olhando.



Depois disso, nós começamos a nos falar um pouco menos, até que chegou um dia que ele me pediu pra encontrar ele num lugar e eu fui, me lembro perfeitamente de ter chegado lá e ele ter me perguntado "veio sozinha?" e eu apenas olhei pra ele e disse um pouco baixo "sim", ele pegou na minha mão e continuou me encarando e me puxando pra perto e deu um pequeno sorriso, aquele que tu se apaixona pela primeira vez, eu continuava a olhar pros olhos dele e foi quando eu percebi que estávamos próximos demais e sem querer, ou por querer, olhei para sua boca e depois para seus olhos, como se ele pedisse permissão me olhou e depois só deu tempo de fechar os olhos e sua boca foi de encontro a minha e eu esqueci tudo ao meu redor. Voltei para casa com um sorriso no rosto, lembrando de cada segundo com ele perto de mim, nesse dia pela primeira vez senti meu amor sendo correspondido, cheguei em casa me deitei na cama e olhava para o teto rindo igual uma boba lembrando de cada segundo da sua boca a minha. E foi isso, conversamos nos outros dias, mas acabamos nos perdendo no meio do caminho, o tempo fez isso acontecer, nenhum de nos teve culpa, mas com toda certeza do mundo eu não parei de ama-ló por nenhum minuto.

Esse foi minha primeira e única paixão, eu chorei e sofri por ele, vi ele feliz com outra pessoa, vi ele chorar por outra pessoa, conversei com ele como se nada tivesse acontecido entre nós, e eu talvez ficava grata por ele nunca ter tocado no assunto, ou talvez não, vi ele ficar apaixonado por uma das minhas amigas, vi eles juntos felizes, os dois apaixonados, eu acompanhei isso todos os dias até o fim, e ah, vocês não tem ideia de como doeu, mas eu estava lá sorrindo e torcendo pela felicidade dele. 

Mas depois de ler toda essa história você deve estar se perguntando "porque ela está contando isso só agora?" Bom, é porque vai fazer quase um ano que eu não vejo mais ele pessoalmente, porém eu sei da vida dele, e ele conseguiu, ele está apaixonado de verdade, ele está faz tempo com ela, ele ta realizando os sonhos dele, pelos quais eu sempre torci tanto e acreditei tanto, ele ta vivendo os sonhos dele  e dói por saber que eu não estou do lado dele, que não é comigo que ele está compartilhando a felicidade, que não sou eu pra quem ele vem contar as novidades correndo feliz, não sou eu quem ele abraça, não sou ele quem ele comemora uma conquista, não sou eu por quem ele está apaixonado, apenas não sou eu....

E eu estou tentando me enganar, desde que não vejo mais ele, que eu não sinto mais nada, que estou vivendo uma vida nova, mas depois de ver a felicidade dele com outra pessoa....eu realmente não sei mais nada.

"Pois eu também sou (...)"

"(...) Por que é vida é assim mesmo (...) Não tem lógica".
Fiquei perguntando-me sobre mim mesmo há alguns minutos atrás. É engraçado como eu me sinto sozinho e incompreendido por não encontrar ninguém com gostos comuns aos meus, mas, ao mesmo tempo,
isso me deixa aliviado, eu diria. Quando várias pessoas gostam de algo que eu gosto, é... chato. Haha. As pessoas são curiosas. Não, eu diria que eu sou uma pessoa curiosa. Diria que, no mínimo,
no meio dessa máscara de indiferença toda, existe alguém que de tudo e de todos quer saber, simplesmente por querer saber. Não é idiota? Eu diria também que me sacrificar para saber de algo é idiota. Mas, eu sinto algo, é como uma satisfação. É estranho. Eu sou um ser estranho. Estranho. Estranho. Um ser estranho. (...) Leve-me ao seu líder, leve-me à sua Vênus (...)
E não é você que está tentando fazer as coisas apenas para agradar aos outros, enquanto diz que não se importa com o que os outros pensam?
(...) Aquela garota também é um macaco da mídia (...)
"Me ajude, me ajude... Não me deixe sozinho". Eu gritava. Mas, no fim, essa fraca voz foi dissipada por um escudo de solidão impenetrável.
Mas não está bom assim? Fazer as coisas por que gostamos... Nos arrependermos de tê-las feito, e de não tê-las feito. Me prendi numa fantasia controvérsia, e me vendi para uma fábrica de amizades.
Eu não percebi isso, eu já sabia. De tudo, de tudo, de tudo... E não sabia de nada, e chorei sem nenhuma lágrima quando percebi que não conseguia mais achar o caminho de volta. 
Então eu comecei a explorar aquela fantasia, e percebi que me fazia sentir-me confortável... Até que chegou ao ponto de eu sentir medo de abandoná-la, o mundo mágico que eu criei... Por que o meu real era trágico.
Então eu observava todos à minha volta, sendo levantados por outros, dando às mãos para outras pessoas... E eu estava apenas esperando aquilo acontecer comigo. Esperando por algo que eu sabia que não iria acontecer.
Então eu cansei de esperar e me levantei sozinho,
"pois eu também sou o escuro da noite."